quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

O que comprar? o que levar? O que ter? O que possuir? Pra quê ter? As indecisões cavalgadas por nós, levam na garupa suada o patrimônio necessário, indiscutível subsistência, manipulável valor. Nada é infinito, nada é insuportável, tudo é princípio!!

Quem é o oculto ser carregado pelo verde esperança crivado de rebites, manipulado por terceiros? Qual destino reservado a conduzir, no extremo vazio das avenidas, os anseios vagantes assépticos e intransigentes, cortando vapores de insanidade? Vai entre organismos e simbioses castrando a vida de vagante!

quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Somos responsáveis por aquilo que nossa cabeça ordena que seja feito! É possível que as consequIencias cheguem até que ordena, de forma devastadora e irreversível, assim como nós estamos sujeitos a fazer!!!

Um professor prima pela qualidade da formação de seus alunos. A certeza da aquisição dos conhecimentos somente existirá no corrente do futuro. Uma submissão da temporalidade, a satisfação da chegada e os pés tocando a areia suave da praia, numa satisfatória decisão de vida. O importante para um professor é saber que seus alunos um dia existiram e trocaram informações e seguirão livres!

domingo, 30 de setembro de 2012

A vida é resumida a um risco! Um risco no chão, a lembrança de quem já foi um dia alguém preenchido! Na pista em meio aos veículos uma vida passageira ficou!

A beleza do sorriso expressa a simpatia e o afeto sem esconder as amarguras. As amizades confraternas externizadas e muito profundas são mais que simples companheirismo ou coleguismo, elas travam uma batalha do bem que busca a superação da insanidade do ambiente social. As mentes insanas que ocupam-se de degradar os valores construidos nos seios das famílias não terão forças para romper este laço fortificado, protegido que é a manutenção permanente do vínculo cúmplice do amor verdadeiro. Mais que franquia de boa vivência é o pêndulo do equilíbrio da ordem afetiva e sentimental. Mais do que amizade a cumplicidade faz superar a barreira das inseguranças do ser!

Isolados em um mundo de barreiras e impedidos de locomoverem-se livremente os seres humanos, estatizados, perplexos com o cotidiano de vias velozes e mortais, questionam a modernidade, as cidades e o próximo. O que deveria trazer progresso regride, o que deveria aliviar enerva, mas nossa capacidade de equilíbrio é testada sem a força, ainda, sucumbir! Devemos, como sociedade encontrar nosso caminho para a liberdade cidadã!